quarta-feira, 13 de junho de 2012
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Parque e Palácio de Monserrate
Francis Cook milionário inglês 1º Visconde de Monserrate foi o responsável pela conceção do jardim e Palácio de Monserrate como quinta de veraneio da sua família.
Este Palácio e seus jardins é digno de visita pela sua beleza.
sábado, 4 de setembro de 2010
Quinta da Regaleira - Sintra - Portugal
A quinta da Regaleira situa-se no Centro Histórico da Vila de Sintra e é um dos monumentos pertencentes á Serra de Sintra. Foi construída nos últimos anos da monarquia Portuguesa. De inicio pertenceu á Viscondessa da Regaleira e depois adquirida ampliada pelo Dr. António Augusto Carvalho Monteiro.
A quinta da Regaleira é um local muito belo para ser visitado assim como os outros locais do Centro Histórico da Vila de Sintra tais como o Palácio da Vila, Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros.
Por isso aqui deixo algumas fotografias da Quinta da Regaleira. Espero que gostem.
Fachadas do Palácio



A quinta da Regaleira é um local muito belo para ser visitado assim como os outros locais do Centro Histórico da Vila de Sintra tais como o Palácio da Vila, Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros.
Por isso aqui deixo algumas fotografias da Quinta da Regaleira. Espero que gostem.
Fachadas do Palácio


Portal dos Guardiães

Capela da Quinta

sábado, 19 de junho de 2010
windsurf em Sagres
Desfrutem estas imagem em Sagres no Algarve.
Belas sem duvida
Belas sem duvida


Espero tivessem gostado.Estas fotografias foram tiradas do site acima referido que é uma escola de Winsurf localizada na praia do Marinhal em Sagres, Algarve, que é a melhor praia para a prática de Winsurf.
domingo, 2 de maio de 2010
PRAIAS EM SAGRES - ALGARVE
Praias em Sagres
Fonte: www.sagres.net
A única região em Portugal com duas costa: a costa meridional e a costa ocidental
A costa Meridional a sul é composta por numerosas enseadas e baías. Destas fazem parte as praias do Burgal, Cabanas Velhas, Boca do Rio, Salema, Figueira, Furnas, Zavial, Ingrina, Barranco, Martinhal, Mareta, Tonel e Beliche.
A costa Ocidental a norte do Cabo de S. Vicente, é uma costa recortada, composta por arribas.
Aqui encontram-se as praias do Telheiro, Ponta Ruiva, Castelejo, Cortoama, Barriga e Murração.
Murração
De difícil acesso e por isso, pouco frequentada, esta é uma praia de grande beleza que mantém os valores naturais intactos. É uma das raras praias em que a vegetação dunar se estende até à linha do mar combinando-se o verde da paisagem com o azul marinho. No topo da arriba podem-se ainda observar ovelhas a pastar. Apenas recomendadas a veículos de todo-o-terreno. Sem vigilância. Orientação Noroeste.Barriga
Sem vigilância.
Orientação Noroeste
Cordoama
Uma longa linha de areia situada numa enorme baía cercada por falésias ingremes na Costa Vicentina perto da Vila do Bispo. Ideal para surf e parapente.
Acesso alcatroado a partir de Vila do Bispo após cruzamento para a praia do Castelojo, o caminho é de terra batida ao longo de cerca de 2 km.
Vigilância na Época Balnear.
Orientação Noroeste
Castelejo
Praia situada na rochosa costa Vicentina (a costa ocidental do Algarve) perto de Vila do Bispo. Popular entre os surfistas devido à forte ondulação.
Acesso alcatroado a partir de Vila do Bispo.
Vigilância na Época Balnear.
Orientação Noroeste.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Igreja de São Fins de Friestas - Valença
http://www.nortept.com/
Valença
Arquitectura religiosa, românica e setecentista. a igreja conventual de planta composta por uma nave e cabeceira contrafortada, de dois tramos, o primeiro da mesma largura e o segundo semicircular, formado por três volumes escalonados, da primeira fase do Românico Português, que adapta cabeceira redonda e capitéis com volutas e decoração vegetal; de entre esta, insere-se, mais particularmente, na primeira fase do foco românico do Alto Minho. Dependências monacais de estrutura e fenestração setecentista.
Fonte: www.monumentos.pt
sábado, 10 de abril de 2010
Elevador do Bom Jesus - Braga
Elevador do Bom Jesus
Origem: Wikipédia, a encicolpédia livre
O Elevador do Bom Jesus é um funicular que liga a parte alta da cidade de Braga ao Santuário do Bom Jesus do Monte; é gerido pela Confraria do Bom Jesus do Monte.O elevador segue um percurso paralelo a uma escadaria monumental conhecida como Escadórios do Bom Jesus e termina na sua parte superior junto à estátua equestre de São Longuinhos.
O elevador funciona sobre uma rampa e é constituído por duas cabines independentes, ligadas entre si por um sistema funicular do tipo endless rope. As cabines têm um depósito que é cheio de água, quando estão no nível superior, e vazio no inferior. A diferença de pesos obtida permite a deslocação. No elevador do Bom Jesus, a quantidade de água é calculada em função do número de passageiros que pretendem efectuar viagem em cada sentido.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
VISITA Á CIDADE DE BRAGA
Este ano realizou-se mais um almoço de família, que calhou este ano ser em Braga. Por isso passei duas noites neste hotel situado perto da igreja do Bom Jesus do monte e do santuário do Sameiro. Foram momento de bom convívio entre familiares que só os posso ver nesta altura do ano e aproveitei também para visitar estes dois monumentos que são de uma arquitetora linda principalmente o interior da igreja do Bom Jesus do Monte.
Aproveitei tirar estas fotografias sobre eles e deixar alguma informação sobre eles.Igreja do Bom Jesus do Monte
A Igreja do Bom Jesus foi desenhada pelo arquiteto Carlos Amarante, por encomenda do Arcebispo D. Gaspar de Bragança, para substituir uma primitiva igreja, mandada construir por D. Rodrigo de Moura Teles que se encontrava em ruínas. As obras começaram em 1 de Junho de 1784, tendo ficado concluídas em 1811.É um dos primeiros edifícios neoclássicos em Portugal, e a fachada é ladeada por duas torres e termina num frontão triangular.
Santuário do Sameiro

O Santuário do Sameiro, cuja construção se iniciou em meados do séc. XIX, é o centro de maior devoção mariana em Portugal, depois de Fátima.
O Templo concluído no nosso século, destaca-se no seu interior o altar-mor em granito branco polido, bem como o sacrário de prata. Em frente do Templo ergue-se um imponente e vasto escadório, no topo do qual se levantam dois altos pilares, encimados da Virgem e do Coração de Jesus.
O Templo concluído no nosso século, destaca-se no seu interior o altar-mor em granito branco polido, bem como o sacrário de prata. Em frente do Templo ergue-se um imponente e vasto escadório, no topo do qual se levantam dois altos pilares, encimados da Virgem e do Coração de Jesus.
É mais um pedacinho de Portugal

sábado, 4 de abril de 2009
BACALHAU À BRÁS - 10 PESSOAS
Esta receita é em especial para o amado irmão em Cristo João Miguel
Bacalhau à Brás

Peixes
Ingrediente Principal: Bacalhau
Ingredientes
Bacalhau desfiado: 1 kg
Batata Palha: 1 kg
Ovo inteiro Classe M: 20
Salsa fresca: 100 gAzeite: 200 g
Cebola branca: 1 kg
Sal: 30 g
Pimenta branca: 5 g
Louro: 1 folha
Preparação
Prepara-se uma cebolada com a cebola cortada em rodelas ou gomos, azeite, louro e alho picado.Junta-se o bacalhau desfiado e refoga um pouco.No momento de servir, juntam-se as batatas palha, dois ovos batidos por pessoa.Rectificam-se os temperos.Enfeita-se com salsa picada e azeitonas.
Bacalhau à Brás

Peixes
Ingrediente Principal: Bacalhau
Ingredientes
Bacalhau desfiado: 1 kg
Batata Palha: 1 kg
Ovo inteiro Classe M: 20
Salsa fresca: 100 gAzeite: 200 g
Cebola branca: 1 kg
Sal: 30 g
Pimenta branca: 5 g
Louro: 1 folha
Preparação
Prepara-se uma cebolada com a cebola cortada em rodelas ou gomos, azeite, louro e alho picado.Junta-se o bacalhau desfiado e refoga um pouco.No momento de servir, juntam-se as batatas palha, dois ovos batidos por pessoa.Rectificam-se os temperos.Enfeita-se com salsa picada e azeitonas.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
NEVE EM PORTUGAL
Este ano o Inverno tem sido muito rigoroso, Tem chuvido muito e também frio e muita neve.





Para que se possa ter uma ideias da neve que tem caido aqui deixo algumas fotos. Em breve espero mostrar-vos mais fotos de neve espero que gostem, já que no Texas penso que não existe neve ou pelo menos com frequência.





sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Igreja de Nossa Senhora das Dores - Póvoa de Varzim
A actual invocação remonta ao século XVIII, uma vez que, até aí, a ermida era dedicada ao Senhor Crucificado, e designada por Senhor do Monte, por se encontrar num local ligeiramente elevado. A consagração a Nossa Senhora das Dores deve-se à devoção dos estudantes de Gramática Latina, que se organizaram de forma a obter financiamento para encomendar uma imagem de Nossa Senhora, o que aconteceu com a ajuda dos moradores. Esta, foi então colocada na ermida do Senhor do Monte a partir de 24 de Julho de 1768, data em que o Arcebispo concedeu autorização para tal. Seguiu-se a criação de uma confraria e o início daquela que foi uma longa campanha de obras, que visou remodelar a antiga ermida.O início de edificação, com planta hexagonal, ocorreu em 1779, sob a supervisão do padre José Pedro Baptista, pertencente à confraria. Em 1880, estaria terminada, pois data desse ano a execução do retábulo de talha, por Manuel Alves Couto, de Landim. A fachada, contudo, era bastante diferente daquela que hoje conhecemos. Dividida em três panos, com os laterais recuados e abertos por janelas de sacada, exibe, ao centro, um portal coroado por frontão interrompido, a que se sobrepõe uma ampla janela. O alçado é percorrido por uma cimalha, curva no pano central. É a partir deste elemento que se verificam as diferenças, uma vez que os corpos laterais deveriam corresponder a duas torres que nunca foram terminadas devido às resistências dos arquitectos, que as consideravam excessivamente estreitas. A solução encontrada foi a de edificar apenas uma torre central, sugestão apresentada em 1805 pelo arquitecto portuense Joaquim da Costa Lima e Sampaio. Contudo, tal só foi aceite pela Confraria em 1812, erguendo-se em dois registos, no eixo do portal. É percorrida por balaustrada e rematada por cúpula. Os corpos correspondentes às antigas torres são encimados também por balaustrada. Assim, e apesar das múltiplas condicionantes, parte das quais por falta de verbas, a igreja de Nossa Senhora das Dores ficou concluída no início do século XIX, denotando, na sua dinâmica e ritmos, uma linguagem arquitectónica e decorativa que se aproxima do gosto barroco.
No interior, e para além do já mencionado retábulo, ganha especial relevância o conjunto de azulejos da capela-mor, aplicados na década de 1870, e que se dividem em dois registos - de padrão “ponta de diamante” no primeiro e figurativos no segundo. Na nave, as capelas abrem-se em arco de volta perfeita e as paredes são, também, revestidas por azulejos de padrão.
No exterior, a iconografia de Nossa Senhora das Dores foi complementada, em 1886, pela construção de seis capelas de reduzidas dimensões, alusivas às dores da Virgem.
domingo, 28 de dezembro de 2008
ORIGENS DE MONÇÃO

“As origens de Monção são obscuras. Tudo sugere que seria uma terra reguenga, sem grande importância, no dealbar da nossa na-cionalidade”. Esta perspectiva, consensual entre a Maioria dos in-vestigadores que se dedicaram a este conjunto fortificado, mantém-se como hipótese mais provável e é reforçada pela inexistência de referências concretas à futura vila na estratégia política de D. Afonso Henriques para o Alto Minho, cujos documentos incidem sobre os castelos de Pena da Rainha, Froião, Valadares e Melgaço.
“Monção afirma-se depois”, muito provavelmente a partir do reinado de D. Sancho I. Por esta altura, o primitivo reduto de povoamento aqui existente foi fortificado, hipótese até ao momento não provada ma-terialmente, mas que encontra paralelos em outros castelos de todo o país, correspondendo a uma consolidação dos efectivos populacionais do reino. De maior certeza foram as acções de D. Afonso III e de D. Dinis. Em 1258, nas Inquirições ordenadas pelo primeiro, Monção aparece já como vila, facto que levou alguns autores a sugerirem que a fundação da localidade tenha sucedido nesta altura. Três anos depois, foi-lhe concedido foral e, nos primeiros anos do século XIV, recebeu carta de feira e iniciou-se a construção da igreja matriz.
O castelo medieval não poderá estar dissociado desta intensa actividade ordenadora dos homens e dos espaços na fronteira noroeste, embora a referência aos “miles de Monçom”, em 1261, prove que a localidade era já fortificada nos meados do século XIII. A tipologia do castelo, porém, é indiscutivelmente gótica, com o seu perfil ovalado (aqui levado ao limite, desenhando uma circunferência), a torre de menagem associada a uma das portas e o carácter ortogonal dos seus arruamentos. A própria memória colectiva, recolhida por Rui de Pina nos inícios do século XVI, atribuía a D. Dinis o patrocínio na construção (ou reforma integral) da fortaleza.
Com apenas duas portas (a principal, defendida pela torre, dava para o extenso terreiro onde se realizava a feira; a outra, mais pequena, levava à zona ribeirinha), a malha urbana interna era atravessada pela rua direita, que colocava em comunicação as duas entradas e a igreja matriz. Por sua vez, outros arruamentos cruzavam a rua principal, definindo-se, assim, uma tendência urbanística ortogonal, que permitia uma mais racional disposição das casas, modelo ensaiado em outras póvoas ribeirinhas, como Caminha.
No final da Idade Média, a muralha dionisina necessitava de uma actualização face aos sempre exigentes desenvolvimentos da arte da guerra. No século XV, em altura ainda desconhecida, mas que pode corresponder aos melhoramentos ordenados por D. João I, construiu-se uma couraça a envolver a antiga fortaleza, uma estrutura de “muros paralelos” que defendiam os acessos privilegiados ao núcleo intra-muralhas.
A grande reforma militar de Monção teve lugar no século XVII, no contexto das Guerras da Restauração. As obras iniciaram-se em 1656, sob projecto de Miguel de l’Escole e condução do mestre João Alves do Rego, mas não foram suficientes para conter o ataque espanhol de 1659. A praça de guerra então delineada reintegrou e reformulou parcialmente as velhas muralhas medievais (em particular na frente ribeirinha), mas foi um projecto de raiz que visou rodear a moderna vila de Monção que, há muito, havia transposto o núcleo medieval. Com nove baluartes, a maior parte dos quais em cunha, e cinco portas (de que se destaca a de Salvaterra, que contém as armas nacionais), o novo perímetro muralhado continha amplos espaços não edificados, o que permitia uma maior mobilidade e racionalidade na movimentação e disposição das tropas, ao mesmo tempo que instituía uma nova centralidade interna, marcada pelo rossio, largo onde, nos anos seguintes se construiu o pelourinho e a igreja da Misericórdia.
“Monção afirma-se depois”, muito provavelmente a partir do reinado de D. Sancho I. Por esta altura, o primitivo reduto de povoamento aqui existente foi fortificado, hipótese até ao momento não provada ma-terialmente, mas que encontra paralelos em outros castelos de todo o país, correspondendo a uma consolidação dos efectivos populacionais do reino. De maior certeza foram as acções de D. Afonso III e de D. Dinis. Em 1258, nas Inquirições ordenadas pelo primeiro, Monção aparece já como vila, facto que levou alguns autores a sugerirem que a fundação da localidade tenha sucedido nesta altura. Três anos depois, foi-lhe concedido foral e, nos primeiros anos do século XIV, recebeu carta de feira e iniciou-se a construção da igreja matriz.
O castelo medieval não poderá estar dissociado desta intensa actividade ordenadora dos homens e dos espaços na fronteira noroeste, embora a referência aos “miles de Monçom”, em 1261, prove que a localidade era já fortificada nos meados do século XIII. A tipologia do castelo, porém, é indiscutivelmente gótica, com o seu perfil ovalado (aqui levado ao limite, desenhando uma circunferência), a torre de menagem associada a uma das portas e o carácter ortogonal dos seus arruamentos. A própria memória colectiva, recolhida por Rui de Pina nos inícios do século XVI, atribuía a D. Dinis o patrocínio na construção (ou reforma integral) da fortaleza.
Com apenas duas portas (a principal, defendida pela torre, dava para o extenso terreiro onde se realizava a feira; a outra, mais pequena, levava à zona ribeirinha), a malha urbana interna era atravessada pela rua direita, que colocava em comunicação as duas entradas e a igreja matriz. Por sua vez, outros arruamentos cruzavam a rua principal, definindo-se, assim, uma tendência urbanística ortogonal, que permitia uma mais racional disposição das casas, modelo ensaiado em outras póvoas ribeirinhas, como Caminha.
No final da Idade Média, a muralha dionisina necessitava de uma actualização face aos sempre exigentes desenvolvimentos da arte da guerra. No século XV, em altura ainda desconhecida, mas que pode corresponder aos melhoramentos ordenados por D. João I, construiu-se uma couraça a envolver a antiga fortaleza, uma estrutura de “muros paralelos” que defendiam os acessos privilegiados ao núcleo intra-muralhas.
A grande reforma militar de Monção teve lugar no século XVII, no contexto das Guerras da Restauração. As obras iniciaram-se em 1656, sob projecto de Miguel de l’Escole e condução do mestre João Alves do Rego, mas não foram suficientes para conter o ataque espanhol de 1659. A praça de guerra então delineada reintegrou e reformulou parcialmente as velhas muralhas medievais (em particular na frente ribeirinha), mas foi um projecto de raiz que visou rodear a moderna vila de Monção que, há muito, havia transposto o núcleo medieval. Com nove baluartes, a maior parte dos quais em cunha, e cinco portas (de que se destaca a de Salvaterra, que contém as armas nacionais), o novo perímetro muralhado continha amplos espaços não edificados, o que permitia uma maior mobilidade e racionalidade na movimentação e disposição das tropas, ao mesmo tempo que instituía uma nova centralidade interna, marcada pelo rossio, largo onde, nos anos seguintes se construiu o pelourinho e a igreja da Misericórdia.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
MUITA NEVE E FRIO NA PÁTRIA
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
FERIAS 2008
Férias na freguesia de Pedrógão em 2008
Este ano por gentileza da nossa irmã em Cristo Fátima Esteves em ceder-me a sua casa nesta freguesia que pertence ao concelho de Torres Novas. Dista de Torres Novas cerca de 7 quilómetros junto à serra D’Aire e é uma aldeia com 2103 habitantes (dados dos Censos de 2001) com uma área: 39, 5 Km2 e tem 5 lugares na sua composi-ção e são eles:
- Pedrógão
- Vale da Serra
Este ano por gentileza da nossa irmã em Cristo Fátima Esteves em ceder-me a sua casa nesta freguesia que pertence ao concelho de Torres Novas. Dista de Torres Novas cerca de 7 quilómetros junto à serra D’Aire e é uma aldeia com 2103 habitantes (dados dos Censos de 2001) com uma área: 39, 5 Km2 e tem 5 lugares na sua composi-ção e são eles:- Pedrógão
- Casais Martanes
- Alqueidão
- Adofreire
É uma freguesia pacata, boa para umas férias sossegadas sem qualquer tipo de agitação quer de dia quer de noite visto que não tem poluição sonora, à noite tem-se a sensação que estamos isolados de tudo, ao olhar-se para o céu pode-se deslumbrar um céu cheio de estrelas, coisa que é difícil para quem vive em centros urbanos como Lisboa ou Sintra.
Embora Pedrógão não possua muitos locais de interesse turístico, não deixa de ser uma Freguesia bonita de se visitar. Não só pelo verde da Serra d' Aire, hoje incluída no Parque Natural da Serra D' Aire e Cande-eiros, como pelo terrenos de cultivo salpicados das velhinhas oliveiras, figueiras e amendoeiras que caracterizam esta zona.
Percorrendo os nossos cincos lugares pode em:
Pedrógão:
- A Igreja Paroquial de Pedrógão
- A Quinta de São JoãoÉ uma freguesia pacata, boa para umas férias sossegadas sem qualquer tipo de agitação quer de dia quer de noite visto que não tem poluição sonora, à noite tem-se a sensação que estamos isolados de tudo, ao olhar-se para o céu pode-se deslumbrar um céu cheio de estrelas, coisa que é difícil para quem vive em centros urbanos como Lisboa ou Sintra.
Embora Pedrógão não possua muitos locais de interesse turístico, não deixa de ser uma Freguesia bonita de se visitar. Não só pelo verde da Serra d' Aire, hoje incluída no Parque Natural da Serra D' Aire e Cande-eiros, como pelo terrenos de cultivo salpicados das velhinhas oliveiras, figueiras e amendoeiras que caracterizam esta zona.
Percorrendo os nossos cincos lugares pode em:
Pedrógão:
- A Igreja Paroquial de Pedrógão
- Poço de São João Baptista (Poço Novo)
- A Rotunda do Vale
Vale da Serra:
- Igreja de Vale da Serra
- As grutas no Casal João Dias – pertencentes ao Centro de Interpre-tação das Grutas do Rio Almonda
- Parque de Merendas - no Casal João Dias, já inserido do PNSAC (Parque Natural Serra D' Aire e Candeeiros) e contíguo a uma zona onde está a ser implantado o Campo Escola Serra d' Aire (Centro Internacional de Escutismo).
- Percurso a pé pela Serra D'Aire.
Casais Martanes:
- Igreja de Vale da Serra
- As grutas no Casal João Dias – pertencentes ao Centro de Interpre-tação das Grutas do Rio Almonda
- Parque de Merendas - no Casal João Dias, já inserido do PNSAC (Parque Natural Serra D' Aire e Candeeiros) e contíguo a uma zona onde está a ser implantado o Campo Escola Serra d' Aire (Centro Internacional de Escutismo).
- Percurso a pé pela Serra D'Aire.
Casais Martanes:
- Gruta da nascente do Rio Almonda junto ao Moinho da Fonte
Alqueidão :
- Igreja de Nossa Senhora da Piedade
- Crossódromo Internacional de Alqueidão
Adofreire:
- Capela de Nossa Senhora da Guadalupe
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
LENDA DE DEU-LA-DEU MARTINS
O brasão de armas de Monção perpétua esta figura portuguesa do tempo das guerras de D. Fernando, Rei de Portugal, com D. Henrique de Castela, no longínquo século XIV: em campo branco uma torre, no alto da qual emerge um vulto de mulher, em meio corpo, segurando um pão em cada uma das mãos; em volta a legenda, Deus a deu – Deus o há dado.
Pois esta é a história de Deu-La-Deu Martins, a mulher do capitão-mor de Monção, Vasco Gomes de Abreu, e dos actos de bravura que fizeram dela a heroína desta vila nortenha.
Estava-se na época em guerra, como já disse. Vasco Gomes de Abreu ausentara-se em serviço do Rei de Portugal e por esse motivo o adiantado da Galiza, D. Pedro Rodrigues Sarmento, general de Henrique de Castela, resolveu aproveitar a ocasião para cercar a vila Monção com um poderoso exército. A vila aguentou o cerco apesar da falta de recursos de todo o género. Os alimentos eram escassos, os homens válidos para a defesa eram muito poucos. Deu-la-Deu assumiu o comando da praça e, durante todo o tempo que durou o cerco, dirigiu os seus homens, lutou a seu lado nos momentos de maior perigo, dando coragem aos vacilantes e desesperados, deu assistência aos feridos, fechou os olhos espantados de céu e dor dos mortos. Desmultiplicou-se, sem um momento de desânimo, sem fraquejar.
Porém, dentro dos muros da praça, esgotava-se tudo, lentamente: os recursos militares, a alimentação, os próprios homens e a também coragem. O desespero alastrava sobre espíritos e corpos dos massacrados defensores da praça por dias e dias de expectativa num lance decisivo.
E foi num nesses momentos de desespero que, lúcida, Deu-la-Deu mandou recolher a já pouca farinha que existia na vila para fazer alguns pães. Os olhos famintos e esbugalhados dos habitantes chisparam de ténue mas selvagem alegria. O pão, o último naco! Depois a morte, mas que interessa isso se ela nos espera na mesma e nós estamos fartos de a esperar!
Prontos os pães, Deu-la-Deu subiu à muralha com eles na mão. Chegou-se a uma ameia e atirou-os aos sitiantes, espantando os seus conterrâneos, sem forças para mais gritou bem alto:
A vós, que não podendo conquistar-nos pela força das armas, nos haveis querido render pela fome, nós, mais humanos e porque, graças a Deus, nos achamos bem providos, vendo que não estais fartos, vos enviamos esse socorro e vos daremos mais, se o pedirdes!
Na verdade, também o inimigo tinha muita fome. Por isso, face àquele desperdício de pão, acreditaram que existia fartura entre os sitiados e levantaram cerco, partindo para terras de Espanha.
O brasão de armas de Monção perpétua esta figura portuguesa do tempo das guerras de D. Fernando, Rei de Portugal, com D. Henrique de Castela, no longínquo século XIV: em campo branco uma torre, no alto da qual emerge um vulto de mulher, em meio corpo, segurando um pão em cada uma das mãos; em volta a legenda, Deus a deu – Deus o há dado.Pois esta é a história de Deu-La-Deu Martins, a mulher do capitão-mor de Monção, Vasco Gomes de Abreu, e dos actos de bravura que fizeram dela a heroína desta vila nortenha.
Estava-se na época em guerra, como já disse. Vasco Gomes de Abreu ausentara-se em serviço do Rei de Portugal e por esse motivo o adiantado da Galiza, D. Pedro Rodrigues Sarmento, general de Henrique de Castela, resolveu aproveitar a ocasião para cercar a vila Monção com um poderoso exército. A vila aguentou o cerco apesar da falta de recursos de todo o género. Os alimentos eram escassos, os homens válidos para a defesa eram muito poucos. Deu-la-Deu assumiu o comando da praça e, durante todo o tempo que durou o cerco, dirigiu os seus homens, lutou a seu lado nos momentos de maior perigo, dando coragem aos vacilantes e desesperados, deu assistência aos feridos, fechou os olhos espantados de céu e dor dos mortos. Desmultiplicou-se, sem um momento de desânimo, sem fraquejar.
Porém, dentro dos muros da praça, esgotava-se tudo, lentamente: os recursos militares, a alimentação, os próprios homens e a também coragem. O desespero alastrava sobre espíritos e corpos dos massacrados defensores da praça por dias e dias de expectativa num lance decisivo.
E foi num nesses momentos de desespero que, lúcida, Deu-la-Deu mandou recolher a já pouca farinha que existia na vila para fazer alguns pães. Os olhos famintos e esbugalhados dos habitantes chisparam de ténue mas selvagem alegria. O pão, o último naco! Depois a morte, mas que interessa isso se ela nos espera na mesma e nós estamos fartos de a esperar!
Prontos os pães, Deu-la-Deu subiu à muralha com eles na mão. Chegou-se a uma ameia e atirou-os aos sitiantes, espantando os seus conterrâneos, sem forças para mais gritou bem alto:
A vós, que não podendo conquistar-nos pela força das armas, nos haveis querido render pela fome, nós, mais humanos e porque, graças a Deus, nos achamos bem providos, vendo que não estais fartos, vos enviamos esse socorro e vos daremos mais, se o pedirdes!
Na verdade, também o inimigo tinha muita fome. Por isso, face àquele desperdício de pão, acreditaram que existia fartura entre os sitiados e levantaram cerco, partindo para terras de Espanha.
domingo, 13 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
MONUMENTOS DE MONÇÃO
Descrição sumária de monumentos de Monção
Igreja da Misericórdia
Pertence aos finais do século XVII. Desenvolve-se ao lado da Casa da Irmandade. O portal é franqueado por pilastras jónicas. Pode-se admirar o tecto em madeira apainelada e o fabuloso altar-mor que ostenta um retábulo de talha dourada, exemplo do período renascentistaTexto e imagem retirado de: http://www.monçãovirtual.com/
Igreja Matriz
É um autêntico relicário de arte e é verdadeiro testemunho de fé cristã. O seu pórtico – bela traça quinhentista, de estilo românico – é digno de ser admirado. No seu interior, a Capela de S. Sebastião – notável pelo seu estilo gótico – possui o jazigo de Vasco Marinho, seu fundador, secretário e confessor do papa Leão X. O túmulo, de 1521, tem a figura em relevo do fundador executada em calcário. A Capela de Nª Sra. da Roa – num estilo inconfundível onde sobressai uma talha admirável – alberga os túmulos de Deu-la-Deu Martins e de seu marido.
Muralhas Medievais de Monção
Das muralhas medievais de Monção, construídas no tempo de D. Dinis (1305 a 1308), resta apenas um trecho junto ao passeio dos Néris. Devido à intensificação das guerras à mão armada, construíram-se outras mais extensas, que compreendiam quatro portas principais: a de Salvaterra, do Rosal, da Fonte (Caldas) e de S. Bento. As actuais muralhas resultam de uma modificação ocorrida no começo do século XVIII. São consideradas Monumento Nacional pelo decreto de 16-06-1910, tendo sido rompidas em três lados: para assento da via-férrea, para a abertura da estrada das Caldas e para a construção da estrada em direcção a Melgaço.Texto e imagem retirado de: www.monçãovirtual.com
Palácio da Brejoeira
Foi construído entre 1806 e 1828, com um custo total de 400.000.000 de reis (então um valor elevadíssimo), só possível por os antepassados do Senhor Luís Pereira Velho Moscoso (seu fundador) terem conseguido no comércio uma grande fortuna. No início do século XX, a partir do ano 1908, foi adquirido por 20 contos de reis pelo senhor Conselheiro Pedro Maria da Fonseca Araújo, que renovou e alterou o palácio com o arquitecto Ventura Terra, introduzindo alterações em espaços anteriores, edificando a capela palatina e o pequeno teatro e revestindo, ainda, as paredes do átrio da escadaria com azulejos de Jorge Pinto. Na década de 30, passaria a ser pertença da família da actual proprietária, D. Hermínia de Oliveira, Paes. Foi "palco" de encontro histórico entre Salazar e Franco. O Palácio da Brejoeira é igualmente uma referência da produção do vinho Alvarinho.Texto e imagem retirado de: www.monçãovirtual.com
Praça Deu-la-Deu Martins
Também denominada de "Terreiro do Curro", a Praça Deu-la-Deu é o pólo central da vida social e cultural de Monção. São vários os monumentos que circundam a praça. Num dos topos está a estátua que nos recorda a lenda que lhe deu o nome. No outro, a igreja da Misericórdia. Sensivelmente a meio, a Casa do Curro, casa solarenga que alberga o Paço do Alvarinho, auditório municipal, delegação de turismo, espaço para exposições, e área promocional do artesanato monçanense.Texto e imagem retirado de: www.monçãovirtual.com
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